EMMELINE PANKHURST

EMMELINE PANKHURST

Vida: Emmeline cresceu numa família politicamente ativa. Aos 14 anos, acompanhada pela mãe, assistiu à sua primeira reunião de luta pelo o sufrágio feminino. Entretanto, foi estudar para Paris e, quando regressou a Manchester, conheceu o Dr. Richard Pankhurst, um advogado dedicado a causas radicais apoiante do sufrágio feminino. Os dois casaram em 1879 e dedicaram-se ao ativismo político para o resto das suas vidas.

Depois da morte prematura do marido, Emmeline criou o “Women’s Social and Political Union” (WSPU), um movimento exclusivo para mulheres que se focava no direito de voto. Depressa o grupo ficou conhecido como “Sufragistas” para distinguir as suas políticas combativas das que seguiam canais menos conflituosos. Os anos seguintes seriam marcados por várias manifestações violentas onde as sufragistas arremessavam pedras, criavam incêndios e vandalizavam arte pública. Emmeline seria presa em algumas dessas ocasiões, a par de várias outras mulheres que lutavam a seu lado.

Pankhurst ainda chegou a concorrer a um assento no Parlamento, mas a sua debilitada saúde fez com que não chegasse a concretizar o sonho. Emmeline morreu aos 70 anos, pouco tempo depois das mulheres adquirirem direitos de sufrágio iguais aos dos homens.

Família: Emmeline casou com Richard Pankhurst em dezembro de 1879 e, na década seguinte os dois teriam cinco filhos.

Curiosidades: Emmeline fez três tournées pelos Estados Unidos e visitou o Canadá e a Rússia onde deu palestras sobre o sufrágio feminino e incentivou a mobilização industrial das mulheres.

Ficção/Media: O filme “Suffragette” (2015), com Meryl Streep no papel de Emmeline Pankhurst, conta-nos a história de algumas destas mulheres que se tornariam heroínas do século XX.

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Prefiro ser uma rebelde do que uma escrava.