Vida: Nadia Comaneci cresceu nas montanhas dos Cárpatos, no norte da Roménia. Aos 6 anos foi descoberta pela professora de ginástica Bela Karolyi que viu na jovem menina um talento inato para a modalidade. A professora não estava enganada e, nos anos que se seguiram, Nadia tornou-se uma ginasta profissional que obedecia a horários de treinos, descanso e dietas, muito rígidos.
A recompensa chegou em 1976, aos 14 anos, quando Comaneci emocionou o mundo nos Jogos Olímpicos de Montreal, no Canadá, ao obter a pontuação máxima nunca antes atingida por qualquer ginasta. Dedicando-se por completo ao desporto Nadia voltou a inspirar o mundo nos Jogos Olímpicos de Moscovo, em 1980, arrecadando duas medalhas de ouro. Nadia retirou-se da competição em 1984, mas deixou um legado inconfundível na ginástica olímpica que redefiniu e atraiu a atenção para a modalidade.
Depois de se aposentar, a ex-atleta continuou ligada ao desporto, fazendo comentários televisivos e escrevendo artigos em revistas da especialidade e, ainda hoje, viaja pelo mundo a difundir o gosto pelo desporto e, em especial, pela ginástica.
Família: Nadia casou com o ex-atleta Bart Conner em 1996, e os dois tiveram um filho, Dylan.
Curiosidades: Em 1984, Nadia recebeu a Ordem Olímpica, a honra mais importante atribuída pelo Comité Olímpico tendo sido a atleta mais jovem a recebê-lo até hoje. Em 2008 foi distinguida pela World Records Academy pelo seu recorde de pontuação máxima num evento olímpico.
Ficção/Media: Nadia publicou a sua autobiografia “Letters to a Young Gymnast” em 2003, onde conta, sem rodeios, a sua experiência de vida. São várias as participações da atleta em documentários, entre eles Winning (2016).
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“Quando caíres, levanta-te e tenta outra vez.”